Por Blog Conte Comigo
Resolvi reproduzir na íntegra o conteúdo em razão que o exposto deixa-nos sem palavras. Tal Projeto de Lei tem por um só objetivo tornar a população refém da bandidagem e esquecer dos reais problemas do Brasil.
Tal medida foi adotada na idade média, quando a nobreza se divertia nos palácios e o clero ficava a revelia na corte, sendo dominada por tiranos capatazes da nobreza.
Mais recentemente quem adotou essa tática foram as ditaduras, o facismo e o nazismo. Quem adota tal postura é Cuba, onde após a Revolução Cubana, a ditadura imposta faz com que a nobreza fique em seus palácios e o resto, bem o resto se contente com o que é dado.
Foi aprovado ontem (terça-feira, 15) na Câmara dos Deputados, em Basília, o Projeto de Lei nº 4.471/2012 de autoria do Deputado Paulo Teixeira (PT/SP). O Projeto prevê o fim do famoso "auto de resistência seguido de morte", que na prática é a "carta branca", que os policiais têm para atirar ou fazer o uso da força, se necessário durante a prisão de criminosos em que haja reação/resistência ou troca de tiros.
Resolvi reproduzir na íntegra o conteúdo em razão que o exposto deixa-nos sem palavras. Tal Projeto de Lei tem por um só objetivo tornar a população refém da bandidagem e esquecer dos reais problemas do Brasil.
Tal medida foi adotada na idade média, quando a nobreza se divertia nos palácios e o clero ficava a revelia na corte, sendo dominada por tiranos capatazes da nobreza.
Mais recentemente quem adotou essa tática foram as ditaduras, o facismo e o nazismo. Quem adota tal postura é Cuba, onde após a Revolução Cubana, a ditadura imposta faz com que a nobreza fique em seus palácios e o resto, bem o resto se contente com o que é dado.
Foi aprovado ontem (terça-feira, 15) na Câmara dos Deputados, em Basília, o Projeto de Lei nº 4.471/2012 de autoria do Deputado Paulo Teixeira (PT/SP). O Projeto prevê o fim do famoso "auto de resistência seguido de morte", que na prática é a "carta branca", que os policiais têm para atirar ou fazer o uso da força, se necessário durante a prisão de criminosos em que haja reação/resistência ou troca de tiros.
Com isso, nossos legisladores facilitam, e muito, o trabalho dos
bandidos em todo o país, e coloca em xeque a autoridade do Estado e
trata como criminosos, os policiais que assim o fizerem para tentar se
defender ou cumprir as Leis.
Veja abaixo, parte do texto do Projeto:
“Art. 292. (…)
§ 1º. Se do emprego da força resultar ofensa à integridade corporal
ou à vida do resistente, a autoridade policial competente deverá
instaurar imediatamente inquérito para apurar esse fato, sem prejuízo de
eventual prisão em flagrante.”
§ 3º. Observado o disposto no art. 6º, todos os objetos que tiverem
conexão com o evento mencionado no § 1º, como armas, material balístico e
veículos, deverão ser, imediatamente, exibidos à autoridade policial.”.
Agora, o Projeto será enviado ao Senado para ser votado, e se aprovado,
retorna à Câmara para ser votado novamente, depois ao Senado novamente e
só então, depois de ser votado e aprovado duas vezes em cada casa, é
enviado à Presidente de República para publicação.
Como sempre, pessoas que não tem o mínimo conhecimento da realidade
enfrentada por policiais, apresentam “soluções” para os problemas da
segurança pública contaminadas por suas ideologias de esquerda, que, na
prática, significam mais direitos para os bandidos.
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